domingo, 9 de outubro de 2011

O Meu Amor

Mas quanto querer, quanta expectativa, junto de todo um turbilhão de sentimentos encima duma coisa que na verdade é simples! E essa sensação de não saber ao certo como prosseguir, como reagir. Esse faz de conta de que não se importa, enquanto o que mais se importa é o que se tenta ignorar. Aprender a lidar direito com as situações sem medo de falhar. O cara bom é o que erra, porque é o mesmo cara que está la dando a cara a tapa, pra errar mesmo, mas tá lam na lida, ta fazendo e acontecendo, e errando também!
Uma coisa importantíssima é aprender a não modelar as pessoas ao seu bel prazer. As vezes nos decepcionamos com as pessoas porque justamente elas não correspondem aos moldes que inventamos no nosso mundo imaginário. Claro que não podemos saber como uma pessoa vai reagir, sequer podemos querer que reajam conforme nossas expectativas! Não sabemos nem como nós mesmos iremos reagir ao inesperado?
Mas é ironia, do destino, essa vida malandra.


Chiquinho Buarque pra animar um domingo chuvoso e lindo.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Avec plaisir

Ola minhas crianças! Eu voltei, depois de um bom tempinho. Saudoso blog. Coisas inspiradoras, como inversão de horários, com horários certos e incertos de ingestão de drogas anti-histamínicas, mas com vontade de ingerir substância alcoólica, pelo fato de ser uma quinta-da-loucura!
Coisas estranhas acontecem no meu coração, e nem estou cruzando a Ipiranga com a Avenida São João. O que temos para o momento pode ser um quilo de letras pra organizar, e uma vida intensa pra compartilhar em poucas linhas. E a vontade grande de me transfigurar em meio ao metal e as chaves, enquanto o assobio leve de uma escala de ré menor harmônica toma conta de meu corpo físico. Quero ver é esse fogo todo contido irromper quando for dado o tiro pro alto, iniciando a corrida contra o tempo, da ausência de perda de tempo. E essa espécie de saudade que não é saudade, mas mais vontade de ser e estar junto a algo que apesar de novo, parece que o tempo todo esteve presente em sua vida. Deve ser explicado pelo fato de todas as outras vidas terem sido compartilhadas de uma maneira ou de outra, ao som de polca, de samba, de funk carioca. Tomando uma água de côco numa rede, ou pulando alto numa cama elástica, ou pulando alto numa cama redonda com teto espelhado. Eu quero, eu posso e eu vou.